sexta-feira, dezembro 19, 2008

QUE CENA ROMÂNTICA DE UM FILME É VOCÊ ?

Tinha de ser... Lá se vai a minha oportunidade de fazer um brilharete num filme! Sim, porque é impossível sacar o Titanic do fundo do mar... lol

Você é... a declaração de DiCaprio em “Titanic”:
Quando se apaixona, você torna-se disposto a tudo pela outra pessoa – incluindo grandes sacrificios. É mesmo capaz de anular as suas vontades só para dar o melhor à pessoa amada.


terça-feira, dezembro 16, 2008

Partilho com os meus Amigos!

É nesta época, que nos sentimos mais tolerantes, mais generosos e mais sensíveis a tudo o que nos rodeia. Apesar de sabermos que esse sentimento deveria imperar todos os dias do ano.

No entanto, não queria deixar passar a ocasião sem partilhar convosco e vos presentear com algo que me sensibiliza, que me acalma do stress que todos os dias somos sujeitos, e que significa muito para mim.

Espero que estas palavras, a voz e a música de fundo, surta em vós o mesmo efeito que em mim.
Calma, Paz, Tolerância, um sorriso, um lágrima de alegria, lembrar com saudade alguém que está distante, e motivação para continuar a lutar pelos sonhos, mesmo que inatingíveis.

Lembrem-se que o Sol e as estrelas ficam a uma distância média de 149,6 milhões de quilómetros da Terra e, nem por isso deixamos de os ver.
Por isso continuem a sonhar.


Coloco aqui o link do youtube para verem o video:

http://www.youtube.com/watch?v=flB-pMEbSRI

Beijos
Su


P.S. Aqui o Poema se quiserem lê-lo.


Metade (Osvaldo Montenegro)

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas como a única coisa
Que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo, se torne ao menos suportável
Que o espelho reflicta em meu rosto um doce sorriso
Que me lembro ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela mesma não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é plateia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade...

Também...



segunda-feira, outubro 27, 2008

Amigo Colorido

Olá meus queridos visitantes deste blog.

Tenho uma dúvida a esclarecer...

Gostaria que me ajudassem a definir o termo "Amigo Colorido" ou "Amiga Colorida".

Deixem aqui a vossa opinião.

Se alguém disse um dia que "duas cabeças pensam melhor que uma", então vamos ver como será vários cérebros a convergir num só assunto!

Vou gostar de ver o resultado... lol!!!

Beijinhossss

terça-feira, agosto 19, 2008

Rewind Button. Could I push it?

Desde ontem que estou assim: I feel like pushing the rewind button.
Será que as coisas melhoravam?!!



http://www.youtube.com/watch?v=CP5mFTq6vv0

quarta-feira, agosto 13, 2008

O Meu "Eu" Perdido!


Sinto-me perdida…
E não me acho…!

Em tempos penso ter encontrado
Quem me fazia sentir achada…
Mas depois… perdi-o…
Ou talvez perdeu-me…!

Agora… De novo…
Sinto-me perdida…
E não me acho…
Não sei o que fazer com
Este “eu” perdido…
Ou se alguma vez este “eu”
Soube para onde ir!

Não sei para onde ir,
Se só ou acompanhada,
Mas quem penso que me poderá acompanhar,
Anda mais perdido que eu.

Às vezes, gostava, comodamente, de ser uma marioneta
E que alguém (que saiba para onde ir),
Me comandasse este “eu” perdido.
Mas bem sei,
Que o meu outro lado rebelde,
Que às vezes, também, se rebela,
Depressa soltaria as amarras de marioneta,
Ainda que fosse para se perder de novo,
Só para se sentir livre, respirar…

Não sei o que fazer…
Não sei para onde ir…

Sinto-me perdida…
E não me acho…!

Será que alguém me encontra este “eu” perdido??!!!


(Por Susa, 2008)

quarta-feira, junho 11, 2008

34 Primaveras!!...


34...
trinta e quatro...
treinta y cuatro...
thirty four...
trente quatre...
trenta e quattro...
dreißig und vier...

E lá passou mais um dia de aniversário. E valeu a pena.
Superdivertido!!!

Obrigado a todos os que estiveram comigo pessoalmente ou em pensamento. Obrigado pela vossa infinita e verdadeira amizade.

Desejo-vos tantos anos saudáveis de vida quantos aqueles que quero pra mim, para que me acompanhem como sempre fizeram desde que nos conhecemos.

E a ti meu querido e amado Filho, OBRIGADO por me fazeres sentir cada vez mais jovem.

Um dia destes, alguém me disse: "O tempo não parece passar por ti! É sempre um prazer rever-te e lembrar-me os belos tempos de escola! Continuas lindíssima!!!"
Mesmo que seja "coro", é sempre uma delícia ouvir estes "coros".

Pensei para com os meus botões: "o elixir da minha juventude é o meu filhote lindo e meigo que dá um remédio todos dias: mimos e mais mimos...!!"

Mais uma vez...
OBRIGADO A TODOS!
BEIJOSSSS!

terça-feira, abril 15, 2008

Menito Ramos – Se um anjo te levar

Menito Ramos – Se um anjo te levar

Por um grande amor, dou o meu coração
Pra não sentir dor, eu rendo-me à paixão
Nada nem ninguém pode envenenar um amor assim

Talvez a vida nos afaste com truques baixos e mentiras
A verdade chegará pra sarar nossas feridas
O que importa no final é o que amor sai sempre vencedor

E mesmo que pareça que o destino nos vai separar
E uma mentira por maldade faça um os dois novamente vacilar
Eu te peço por favor, acredita em mim


O meu coração foi sempre teu e não duvides de mim
Foste a tempo inteiro o meu único porto de abrigo
Nem mesmo os sete mares nos separam, acredita em mim
Se a morte te levar, eu fecho os olhos e vou contigo


Sentir que vivo a cada dia com o desejo de um beijo teu
Cada sussurro teu, magia
O teu corpo colado no meu
Devaneios e loucuras que contigo a meu lado quero viver

O meu coração foi sempre teu e não duvides de mim
Foste a tempo inteiro o meu único porto de abrigo
Nem mesmo os sete mares nos separam, acredita em mim
Se a morte te levar, eu fecho os olhos e vou contigo


(SOLO)

Nem mesmo os sete mares nos separam, acredita em mim
Se a morte te levar, eu fecho os olhos e vou . . . contigo

quarta-feira, março 05, 2008

Ao meu Mano!

Quando nasceste, eu tinha 4 anos e meio.

Por ser tão pequenina, não conseguia guardar na memória tudo o que se passava à minha volta, a não ser acontecimentos muito importantes. Um deles foi a tua chegada a casa. A primeira vez que te vi.
Sempre que olho para trás e me lembro de ti pequenino, esta é a imagem que me vem à memória: tu, tão pequenino, embrulhado num cobertor da Heidi e do Pedro. Não me lembro do que pensei, mas lembro-me do que senti. Queria ficar ali a olhar para ti. Só me apetecia pegar-te ao colo e dar-te mimos. Olhei para mãe como que a pedir para te pegar, mas ela disse que eu era muito pequenina. Então disse, como que a tentar compensar-me: “Mas a mãe tem de ir ali à cozinha. Ficas a tomar conta do mano?”

Fui acometida de um sentimento de responsabilidade muito adulto, ao que eu respondi prontamente que sim.
Então, ali estava eu, uma figura pequena, que não tinha mais do que a altura da cama dos nossos pais, mas o suficiente para colocar os meus braços volta daquele embrulhinho mais pequeno que eu.
A mãe, às vezes, conta que de tanto que te queria, não deixava as nossas vizinhas entrarem na nossa casa para te verem. Só saía de perto de ti para lhes fechar a porta ou impedi-las de entrar. Não queria perder nenhum momento contigo. Não queria perder nada da tua vida. (e ainda hoje é assim). Nasceste exactamente como eu sonhei. Não te mudava em nada.

A partir desse dia passámos a ser dois! E desde aí estás sempre, sempre comigo, por mais quilómetros ou anos que nos separem. Nunca te esqueço. Fazes parte de tudo o que há de mais profundo e fraterno que há em mim.

Gostava tanto, quando ainda não sabias falar e eu te ensinava! E quando dizias as palavras mal e eu me ria. Até aos dois anos, foste um pouco disléxico a articular as palavras.
Lembro-me que, como qualquer criança, também tu tinhas uma adoração por algo que te “amolecia”. No início, eu pensava que era uma almofada pequenina que a mãe fez para ti, que tu tão carinhosamente lhe chamavas de “Áí”. No entanto, passado algum tempo apercebi-me que a “Áí” não era a almofada, mas a fronha azul escura com pintinhas brancas. Quando o João Pestana começava a rondar-te, só precisavas do teu polegar e da “Áí”. Então adormecias num instante.
Lembro-me dos momentos em que nos chateávamos e às vezes um ou outro se magoava. Então fazíamos queixas à mãe. Mas como sempre, ela previa que isso aconteceria, e avisava-nos antes: “Parem senão ainda algum se magoa. Depois levam uma palmada os dois!”
E pronto, depois de fazer queixinhas, era certinho, ficávamos os dois a chorar.

Lembro-me das épocas natalícias, em que teimava-mos com a mãe que queríamos dormir na cama do sofá para podermos ficar juntos na conversa e a ver televisão até bem tarde. Tenho saudades daqueles momentos.
Sabes, se tivéssemos a oportunidade de ter um quarto para cada um, em vez de partilhar um estúdio, talvez não fossemos tão cúmplices. Adorei partilhar a sala contigo.
A nossa infância foi bonita.

Depois cresceste e tornaste-te um adolescente.

Quando comecei a sair até mais tarde, e às vezes a ficar em casa de amigas, a mãe contava-me no dia seguinte, que tu lhe perguntavas por mim antes de adormecer, e que ficavas triste por eu não estar ali. O mesmo se passava comigo na situação oposta. Senti-me sozinha sem ti ali. Tu eras o meu porto de abrigo nos meus pesadelos.

Hoje és um homem, e és tu que fazes o papel de irmão mais velho.
Porque eu sou assim. Quase nunca sei o que quero, quase nunca tomo as decisões certas. Tu és muitas vezes a voz da minha razão, o meu conselheiro lúcido.

Quase sinto a minha vida realizada através de ti.

Sinto minha, a tua felicidade. Sinto minhas, as tuas vitórias.

Por mais que nos tornemos mais velhos e a vida naturalmente nos afaste física e geograficamente. És sempre bem-vindo na minha casa, como sempre foste bem-vindo na minha vida. Nada nem ninguém no mundo vai conseguir mudar isso. Nunca. Prometo.
Já passaram 29 anos e tu já és não aquele bebé que vi enroladinho no cobertor da Heidi. Mas continuas a ser o miúdo mais giro que eu conheço! Ou melhor, o Homem mais bonito. Adoro-te!
Para ti, por ti, contigo, sempre!

Beijinhos
da tua Mana

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Distância...


Vem cá...
dancemos encostados
numa mistura de cheiros doces
apetece-me o cheiro da tua pele

não sei se danço se voo...

sinto os movimentos lentos do teu corpo
e os teus braços num apertar suave
enrosco-me no teu abraço

mandei-te o recado das saudades
porque me fazias falta

sinto a proximidade dos teus lábios
e descanso a cabeça no teu ombro
enquanto a música me escorre pela pele
e beijo-te as pálpebras na ternura das palavras
que não digo
mas que adivinhas
depois deslizo e aninho-me no teu pescoço
na espera do falar das pontas dos teus dedos
que me dizem que me sentes... e eu sinto-te...

sabes-me a mel
e a cerejas trincadas na ponta dos nossos lábios
colados...
sinto-lhes o sabor
sinto a frescura do suco do voo da tua alma em mim
no sorriso que me vem de ti

e o ar em meu redor passa a ser a tua pele
e a luz que me chega do candeeiro o teu odor
e a saliva que revolvo sem destino
o poema onde te chamo amor...
e caminho na tua pele
no vagar de quem sente a saliva no escorrer dos lábios
que te amam as palavras e os beijos
e inspiro
como se o som das palavras que não dizes fossem o meu respirar
respira-me também
por momentos
e ouvir-me-ás chamar-te amor
e cada momento de silêncio
é o toque mais doce que alguma vez senti...
e é magia ...
porque sou em ti e estou contigo...
porque em ti tenho espaço e chão
e sinto no coração o correr de um rio sem sobressaltos e sem marés
porque te amo numa paz que me semeia na alma o sorrir que te quero dar...
porque somos um poema a dois
num ritmo cadenciado e num respirar de sílabas
que se cruzam numa rima branca que nos leva à melodia
e nos deixa dançar livremente...

dá-me esse beijo!

e a distância desapareceu
porque não tinha mais espaço entre nós...
e mergulho em ti em cada uma das gotas que bebes de mim...
dissolvo-me na essência que te percorre o corpo
e na cadência do nascer das estrelas
nesta madrugada em que conseguimos o entrelaçar das almas

e não quero voltar a ser só!

terça-feira, dezembro 04, 2007

Se há palavras grandes, esta é uma delas!!

Andava eu nas minhas pesquisas no You Tube, fui encontrar um clássico da Disney que faz parte das minhas preferências cinematográficas.

Lembram-se do Filme com a Julie Andrews, "Mary Poppins"?
Pois bem, entre as várias músicas do filme, há duas que, na minha opinião, se destacam.
"A full spoon of sugar" e "Supercalifragilisticexpialidocious".

É exactamente acerca da segunda música que dedico este post.
Se há palavras compridas, esta é uma delas. Não sei se tem algum significado específico, mas o video da música transmite alegria e vontade de a cantar.

Fica o video e observem a vossa reacção, pra ver se vos toca à nostalgia.

http://www.youtube.com/watch?v=4b-Z0SSyUcw&feature=related

Espero que gostem!
Beijocas

terça-feira, novembro 20, 2007

As Coisas Boas Da Vida!!









  1. Um céu estrelado numa noite de verão;

  2. O nascer do sol;

  3. O riso de uma criança;

  4. Uma boa “espreguiçadela à gato” pela manhã;

  5. Um sorriso de gratidão;

  6. Um abraço apertado;

  7. O cheiro dos primeiros pingos de chuva quando caiem na terra seca;

  8. Uma tarde de chuva a ver um filme, a comer torradas com chá, com óptima companhia;

  9. Morangos com chocolate derretido;

  10. Adormecer a olhar para alguém muito especial;

  11. Sentir um beijo doce e retribuir esse beijo. :);

  12. Apaixonar-se;

  13. Rir tanto até que as faces doam;

  14. Um duche quente;
  15. Um supermercado sem filas;

  16. Receber correio;

  17. Conduzir numa estrada linda;

  18. Ouvir a nossa música preferida no rádio;

  19. Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora;

  20. Toalhas quentes, depois de tomar duche;

  21. Encontrar a camisola que se quer em saldo a metade do preço;

  22. Encontrar uma nota de 20 euros no casaco pendurado desde o último Inverno;

  23. Batido de morango;

  24. Um banho de espuma;

  25. Rir baixinho;

  26. Uma boa conversa;

  27. A praia;

  28. Rir-se de si mesmo;

  29. Chamadas à meia-noite que duram horas;

  30. Alguém que te diz que és o máximo;

  31. Ter Amigos verdadeiros;

  32. Ouvir acidentalmente alguém dizer bem de nós;

  33. O primeiro beijo (ou mesmo o primeiro ou o primeiro com novo parceiro);

  34. Fazer novos amigos ou passar o tempo com os velhos;

  35. Ter alguém a mexer-te no cabelo;

  36. Belos sonhos;

  37. Chocolate quente;

  38. Andar num balouço;

  39. Embrulhar presentes sob a árvore de Natal comendo chocolates e bebendo a bebida favorita;

  40. Letra de canções na capa do CD, para podermos cantá-las, sem nos sentirmos estúpidos;

  41. Ir a um bom concerto;

  42. Ganhar um jogo renhido;

  43. Passar tempo com amigos íntimos;

  44. Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos;

  45. Andar de mão dada com quem gostamos;

  46. Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas (boas ou más) nunca mudam;

  47. Patinar sem cair;

  48. Observar o contentamento de alguém que está a abrir um presente que lhe ofereceste;

  49. Cantar, Cantar, Cantar!!!

  50. Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia.


Tudo isto me faz sorrir. E a vocês, o que vos faz sorrir?


Beijos

terça-feira, novembro 06, 2007

Tentar!!!

"Vivo a minha vida em círculos cada vez maiores
que se estendem sobre as coisas.
Talvez não possa acabar o último,
mas quero tentar."

Rainer Rilke

(Faço destas, as minhas palavras)

quinta-feira, outubro 25, 2007

My Hi5

Olá, Meus queridos amigos e visitantes deste blog.

Desde já agradeço a visita prestada a este meu espaço digital.

Com versatilidade que me confere o meu signo - Gémeos - interesso-me por vários assuntos ao mesmo tempo. E adoro falar! LOL ….

Visto que aqui não é possível fazê-lo, então escrevo.

Mais tarde, criei o meu Hi5, onde posso escrever algumas coisas e deixar na posteridade as fotos daqueles que são importantes na minha vida.

Caso seja da vossa vontade, podem visitar o meu Hi5:
Url:http://blissofprincess.hi5.com/ e deixar os vossos comentários.

Muito obrigado a todos

quinta-feira, agosto 16, 2007

Sé que piensas en mí - Homero Aridjis

Sé que piensas en mí

porque los ojos se te van para adentro

y tienes detenida en los labios

una sonrisa que sangra largamente

Pero estás lejosy lo que piensas

no puede penetrarme

yo te grito Ven

abre mi soledad en dos

y mueve en ella el canto

haz girar este mundo detenido

Yo te digo Ven

déjame nacer sobre la tierra.


(É lindo!)

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Homenagem aos Amigos


Você já parou para pensar sobre o valor da amizade?
Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos, em volta há situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos, mas somente o facto de conversarmos com um amigo, desabafando o que nos está no íntimo, já nos sentimos melhor, mesmo que as coisas permaneçam inalteradas.
Quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir quando tínhamos vontade de chorar, mas a sua simples presença nos traz de volta o brilho da vida.
A simplicidade das brincadeiras pueris, a conversa informal naqueles momentos de descontração, uma conversa rápida ao telefone, no vai e vem do dia ou da noite, no chat pela Internet, no ambiente do trabalho ou da escola, enfim, em qualquer lugar a qualquer hora.
Entretanto, não existe só alegria, amor, felicidade nesta relação, ela é como qualquer outro relacionamento, passa por crises passageiras, por momentos intempestivos, abalos ocasionais.
Ainda que tenhamos muito carinho pelo amigo em questão, às vezes por insegurança, por ciúmes, por estarmos emocionalmente alterados ou nos sentindo pressionados, acabamos sendo injustos com ele e isso pode ser recíproco.
Podemos comparar esse elo de amizade como o "tempo" que passa por alterações climáticas constantemente, mas é dessa forma que aprendemos a nos conhecer, compartilhar momentos e que se desenvolve uma amizade.
Diante do amigo somos nós mesmos, deixamos vir à tona nossos pensamentos a respeito das coisas, da vida, nos mostramos como verdadeiramente somos.
Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem ver situações que às vezes não percebemos o seu real sentido, compartilham a suas experiência connosco, nos falam usando da verdade que procuramos encontrar.
São eles também que nos chamam à razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar ou compreender, são eles que são capazes nos fazer ver os nossos defeitos se espelhando nos defeitos dele.
Ao longo da nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudades, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido. É na amizade verdadeira que encontramos a sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.
Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar connosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.

Muito Obrigado aos meus Amigos!!

quarta-feira, julho 05, 2006

Uma nova etapa na vida de um pai: o menino tem de ir pra creche!

Ontem foi o primeiro dia de creche do meu filhote. Ele já lá tinha ido no dia anterior com o meu marido, só fazer uma visita e adorou.
Assim que lá chegou, sentou-se na cadeira do Gabinete da Directora, como se a conhecesse desde sempre.
Entretanto, depois esclarecer alguns pontos, a Directora levou-nos à sala onde iria ficar. Ele entrou como se já conhecesse o espaço e entreteve-se a brincar com os meninos que já haviam chegado.
Até para me despedir dele, tive de entrar no recinto, porque ele já nem me dava atenção, de tão contente que estava.
Apesar desta alegria toda, durante o dia, ainda chorou por mim. Contaram-me as amas, tiveram de fazer de conta que ligaram para mim e que eu disse que ía buscá-lo assim que saísse do trabalho. De resto, portou-se excelentemente. Meu rico menino!

Hoje, ainda em casa, quando nos despachávamos para ir embora, agarrou-se às minhas pernas e disse: “Xódades da ti” (Saudades de ti). Deu-me vontade de ficar abraçada a ele o dia todo, pedir-lhe desculpa por não poder estar sempre com ele para lhe dar mimos sempre que ele precisasse.
Depois, quando lá chegámos, largou a minha mão e foi embora com a ama, pois pensava que ia para sala dos meninos de 3 anos, que está repleta de brinquedos. Quando se deu conta que ia para a sala dos meninos da idade dele (de 1 aos 2 anos e meio), que não tem quase nada para brincar, começou a choradeira. Chorou tanto, mas tanto, que chegava a ficar sem fôlego de tanto soluçar. Fartou-se de levar mimos da ama, mas ele não acalmava porque não queria mimos, ele só queria brincar. Enquanto isto, eu assistia de longe escondida, sem poder aparecer perto dele, a conter as lágrimas por causa da Directora e com o coração mais pequenino que a unha do dedo mindinho.
Entretanto, chegou a hora de ir para sala que ele tanto gosta. Veio ao colo da ama, enquanto os outros meninos vieram atrás. Ela limpou-lhe o narizito, deu-lhe uma bolacha e ele acalmou. Só depois consegui sair mais descansada.

Vamos ver como vair ser daqui pra frente! Olhem, será como Deus quiser!
Inté, Amigos!

quarta-feira, abril 05, 2006

Conselho aos Pais!


Hoje vi um filme que me impressionou muito, "Dolores Clayborne", um filme de 1995 com a Kathy Bates. O filme impressionou-me tanto que antes do final já estava a chorar. O mesmo me acontece quando vejo os videoclips: "Because of you" da Kelly Clarkson ou "Family Portrait" da Pink. Fico arrasada. Nunca percebi porque fico assim, visto que nunca assisti a nenhuma discussão em casa com os meus pais.

Hoje resolvi fazer uma introspecção ao que me aconteceu durante a minha vida para me traumatizar tanto. Descobri que tudo começou nos primeiros dias de aulas da 1.ª Classe.

Eu sempre fui muito distraída, parecia muito desligada de tudo à minha volta, por causa disso era vista pelos meus "coleguinhas" de turma como sendo diferente, ou seja, uma óptima "bobo da corte". Eles perdiam o tempo das aulas a gozar comigo, a mandar borrachas à minha cabeça, etc, etc, ... E quando eu reagia reclamando, a professora batia-me a mim porque estava a "destabilizar" a aula.

A primeira vez que me bateu, deu-me com a régua da madeira no rabo. Aquela porcaria doeu tanto que eu chorei à frente da aula toda. Todos se riram de mim. Então JUREI A MIM PRÓPRIA QUE NUNCA MAIS IRIA CHORAR NA AULA. Desde então até ao fim das aulas da primária, sempre que levava porrada, não chorava. A maior parte das vezes, eu arcava com as culpas sem ter feito nada. Até que um dia fartei-me, arrumei tudo na mochila e saí porta fora. Tiveram de me ir buscar a casa.

Tudo isto fez com que eu me fechasse no meu mundo e me abstraísse ainda mais na escola. Devido à minha distracção, eu levava mais tempo que os outros a passar para o caderno o que era escrito no quadro. Como castigo, só tinha permissão de ir ao intervalo depois de ter passado tudo. Posso dizer com grande mágoa que em quatro anos de escola, foram tão RARAS as vezes que saí para tomar o pequeno-almoço no recreio que nem me lembro de nenhuma. Depois fui-me habituando à ideia que o intervalo não era para mim. A Prof. só me deixava sair para ir buscar o comer à minha mãe à porta da escola.
O que nunca consegui ultrapassar foi o olhar de desgosto da minha mãe que tentava entender porque eu era assim.
Em vez de tentarem entender e ajudarem-me a entender porque sou assim, como era uma pessoa diferente das outras, julgaram-me como sendo anormal. Hoje acho que chorei tudo que não chorei nesses anos todos. E essa poderá ser uma das razões da minha depressão. Chorei principalmente abraçada ao pequenino filhote.

Aqui vão três conselhos para quem é pai ou mãe.

  • Antes de baterem ou ralharem com a vossa criança, tentem entendê-la e conversem com ela. Ajudem-na. Se não conseguirem, peçam ajuda médica. Há médicos para tudo. Deve haver algum que entenda as crianças.
  • Não transportem para os vossos filhos os sonhos que não puderam concretizar. Eles terão um futuro que lhes está reservado e não o vosso. Apenas podem e devem aconselhar o melhor para eles, mas decisão deve ser deles.
  • E sobretudo, dêem-lhes muito carinho, afecto e amor. Isso vai se reflectir nos filhos deles. O tempo passa rápido demais e quando olharmos para trás é bom saber que não perdemos a oportunidade de passar a mão da cabeça deles, de lhes dar um afago ou até aconchegá-los na cama.

sexta-feira, março 31, 2006

A Tigela de Madeira


Bom, meus amigos, quando me lembrei em postar hoje, pensei em deixar um desabafo acerca do espaço de tempo que tenho estado em casa sem emprego. Mas, iria parecer lamechas e sem interesse para quem lê este blog.
Portanto, decidi postar uma história com moral. Às vezes, precisamos de conhecer outras vivências para nos servir de exemplo. Pode ser que assim ajude alguém a ver uma luz que precise vislumbrar ao fundo dum tunel. Aqui vai! A história (talvez verdadeira) chama-se "A Tigela de Madeira".

Um senhor de idade foi morar com o seu filho, a nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho estavam trémulas, a sua visão embaçada e os seus passos vacilantes.

A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trémulas e a visão fraca do avô, atrapalhavam-no na hora de comer. Ervilhas rolavam da sua colher e caíam no chão. Quando pegava no copo, o leite era derramado na toalha da mesa.

O filho e a nora irritaram-se com a confusão. "Precisamos tomar providências a respeito ao papá", disse o filho.
"Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de pessoas a comer com a boca aberta e comida pelo chão."

Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha.

Ali, o avô comia sozinho, enquanto que o resto da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.

Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes, ele tinha lágrimas nos seus olhos.

Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas, quando ele deixava um talher ou comida caírem ao chão. O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.

Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança: "O que estás a fazer?"

O menino respondeu docemente:
"Oh, estou a fazer uma tigela para ti e para a mamã comerem, quando eu crescer." O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.

Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais, que eles ficaram mudos.

Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.


Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai deu as mãos ao avô e gentilmente conduziu-o à mesa da família.

Dali para frente e até o final dos seus dias, ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, o leite era derramado ou a toalha da mesa se sujava.
De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor.

Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida, e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.

Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá sempre a falta deles quando partirem.

Aprendi que, "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver".
Aprendi que, a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que, viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que, se você procurar a felicidade, vai se iludir.

Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.

Aprendi que, sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que, quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
Aprendi que, diariamente, preciso alcançar e tocar alguém.

As pessoas gostam de um toque humano - segurar na mão, receber um abraço afectuoso, ou simplesmente uma palmadinha amigável nas costas.

Aprendi que ainda tenho muito que aprender.

Jinhos

Su

terça-feira, março 28, 2006

Eu sou assim!




Olá meus amigos!

Finalmente resolvi criar um blog meu para deixar na posteridade os meus pensamentos mais profundos e para saber o que vai na mente dos meus amigos que aqui vão passando.

Espero que este blog seja um diálogo e não um monólogo. Claro que, para isso, conto com os vossos comentários!

Beijinhos desta vossa querida amiga!
Su