terça-feira, novembro 20, 2007

As Coisas Boas Da Vida!!









  1. Um céu estrelado numa noite de verão;

  2. O nascer do sol;

  3. O riso de uma criança;

  4. Uma boa “espreguiçadela à gato” pela manhã;

  5. Um sorriso de gratidão;

  6. Um abraço apertado;

  7. O cheiro dos primeiros pingos de chuva quando caiem na terra seca;

  8. Uma tarde de chuva a ver um filme, a comer torradas com chá, com óptima companhia;

  9. Morangos com chocolate derretido;

  10. Adormecer a olhar para alguém muito especial;

  11. Sentir um beijo doce e retribuir esse beijo. :);

  12. Apaixonar-se;

  13. Rir tanto até que as faces doam;

  14. Um duche quente;
  15. Um supermercado sem filas;

  16. Receber correio;

  17. Conduzir numa estrada linda;

  18. Ouvir a nossa música preferida no rádio;

  19. Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora;

  20. Toalhas quentes, depois de tomar duche;

  21. Encontrar a camisola que se quer em saldo a metade do preço;

  22. Encontrar uma nota de 20 euros no casaco pendurado desde o último Inverno;

  23. Batido de morango;

  24. Um banho de espuma;

  25. Rir baixinho;

  26. Uma boa conversa;

  27. A praia;

  28. Rir-se de si mesmo;

  29. Chamadas à meia-noite que duram horas;

  30. Alguém que te diz que és o máximo;

  31. Ter Amigos verdadeiros;

  32. Ouvir acidentalmente alguém dizer bem de nós;

  33. O primeiro beijo (ou mesmo o primeiro ou o primeiro com novo parceiro);

  34. Fazer novos amigos ou passar o tempo com os velhos;

  35. Ter alguém a mexer-te no cabelo;

  36. Belos sonhos;

  37. Chocolate quente;

  38. Andar num balouço;

  39. Embrulhar presentes sob a árvore de Natal comendo chocolates e bebendo a bebida favorita;

  40. Letra de canções na capa do CD, para podermos cantá-las, sem nos sentirmos estúpidos;

  41. Ir a um bom concerto;

  42. Ganhar um jogo renhido;

  43. Passar tempo com amigos íntimos;

  44. Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos;

  45. Andar de mão dada com quem gostamos;

  46. Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas (boas ou más) nunca mudam;

  47. Patinar sem cair;

  48. Observar o contentamento de alguém que está a abrir um presente que lhe ofereceste;

  49. Cantar, Cantar, Cantar!!!

  50. Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia.


Tudo isto me faz sorrir. E a vocês, o que vos faz sorrir?


Beijos

terça-feira, novembro 06, 2007

Tentar!!!

"Vivo a minha vida em círculos cada vez maiores
que se estendem sobre as coisas.
Talvez não possa acabar o último,
mas quero tentar."

Rainer Rilke

(Faço destas, as minhas palavras)

quinta-feira, outubro 25, 2007

My Hi5

Olá, Meus queridos amigos e visitantes deste blog.

Desde já agradeço a visita prestada a este meu espaço digital.

Com versatilidade que me confere o meu signo - Gémeos - interesso-me por vários assuntos ao mesmo tempo. E adoro falar! LOL ….

Visto que aqui não é possível fazê-lo, então escrevo.

Mais tarde, criei o meu Hi5, onde posso escrever algumas coisas e deixar na posteridade as fotos daqueles que são importantes na minha vida.

Caso seja da vossa vontade, podem visitar o meu Hi5:
Url:http://blissofprincess.hi5.com/ e deixar os vossos comentários.

Muito obrigado a todos

quinta-feira, agosto 16, 2007

Sé que piensas en mí - Homero Aridjis

Sé que piensas en mí

porque los ojos se te van para adentro

y tienes detenida en los labios

una sonrisa que sangra largamente

Pero estás lejosy lo que piensas

no puede penetrarme

yo te grito Ven

abre mi soledad en dos

y mueve en ella el canto

haz girar este mundo detenido

Yo te digo Ven

déjame nacer sobre la tierra.


(É lindo!)

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Homenagem aos Amigos


Você já parou para pensar sobre o valor da amizade?
Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos, em volta há situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos, mas somente o facto de conversarmos com um amigo, desabafando o que nos está no íntimo, já nos sentimos melhor, mesmo que as coisas permaneçam inalteradas.
Quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir quando tínhamos vontade de chorar, mas a sua simples presença nos traz de volta o brilho da vida.
A simplicidade das brincadeiras pueris, a conversa informal naqueles momentos de descontração, uma conversa rápida ao telefone, no vai e vem do dia ou da noite, no chat pela Internet, no ambiente do trabalho ou da escola, enfim, em qualquer lugar a qualquer hora.
Entretanto, não existe só alegria, amor, felicidade nesta relação, ela é como qualquer outro relacionamento, passa por crises passageiras, por momentos intempestivos, abalos ocasionais.
Ainda que tenhamos muito carinho pelo amigo em questão, às vezes por insegurança, por ciúmes, por estarmos emocionalmente alterados ou nos sentindo pressionados, acabamos sendo injustos com ele e isso pode ser recíproco.
Podemos comparar esse elo de amizade como o "tempo" que passa por alterações climáticas constantemente, mas é dessa forma que aprendemos a nos conhecer, compartilhar momentos e que se desenvolve uma amizade.
Diante do amigo somos nós mesmos, deixamos vir à tona nossos pensamentos a respeito das coisas, da vida, nos mostramos como verdadeiramente somos.
Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem ver situações que às vezes não percebemos o seu real sentido, compartilham a suas experiência connosco, nos falam usando da verdade que procuramos encontrar.
São eles também que nos chamam à razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar ou compreender, são eles que são capazes nos fazer ver os nossos defeitos se espelhando nos defeitos dele.
Ao longo da nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudades, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido. É na amizade verdadeira que encontramos a sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.
Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar connosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.

Muito Obrigado aos meus Amigos!!

quarta-feira, julho 05, 2006

Uma nova etapa na vida de um pai: o menino tem de ir pra creche!

Ontem foi o primeiro dia de creche do meu filhote. Ele já lá tinha ido no dia anterior com o meu marido, só fazer uma visita e adorou.
Assim que lá chegou, sentou-se na cadeira do Gabinete da Directora, como se a conhecesse desde sempre.
Entretanto, depois esclarecer alguns pontos, a Directora levou-nos à sala onde iria ficar. Ele entrou como se já conhecesse o espaço e entreteve-se a brincar com os meninos que já haviam chegado.
Até para me despedir dele, tive de entrar no recinto, porque ele já nem me dava atenção, de tão contente que estava.
Apesar desta alegria toda, durante o dia, ainda chorou por mim. Contaram-me as amas, tiveram de fazer de conta que ligaram para mim e que eu disse que ía buscá-lo assim que saísse do trabalho. De resto, portou-se excelentemente. Meu rico menino!

Hoje, ainda em casa, quando nos despachávamos para ir embora, agarrou-se às minhas pernas e disse: “Xódades da ti” (Saudades de ti). Deu-me vontade de ficar abraçada a ele o dia todo, pedir-lhe desculpa por não poder estar sempre com ele para lhe dar mimos sempre que ele precisasse.
Depois, quando lá chegámos, largou a minha mão e foi embora com a ama, pois pensava que ia para sala dos meninos de 3 anos, que está repleta de brinquedos. Quando se deu conta que ia para a sala dos meninos da idade dele (de 1 aos 2 anos e meio), que não tem quase nada para brincar, começou a choradeira. Chorou tanto, mas tanto, que chegava a ficar sem fôlego de tanto soluçar. Fartou-se de levar mimos da ama, mas ele não acalmava porque não queria mimos, ele só queria brincar. Enquanto isto, eu assistia de longe escondida, sem poder aparecer perto dele, a conter as lágrimas por causa da Directora e com o coração mais pequenino que a unha do dedo mindinho.
Entretanto, chegou a hora de ir para sala que ele tanto gosta. Veio ao colo da ama, enquanto os outros meninos vieram atrás. Ela limpou-lhe o narizito, deu-lhe uma bolacha e ele acalmou. Só depois consegui sair mais descansada.

Vamos ver como vair ser daqui pra frente! Olhem, será como Deus quiser!
Inté, Amigos!

quarta-feira, abril 05, 2006

Conselho aos Pais!


Hoje vi um filme que me impressionou muito, "Dolores Clayborne", um filme de 1995 com a Kathy Bates. O filme impressionou-me tanto que antes do final já estava a chorar. O mesmo me acontece quando vejo os videoclips: "Because of you" da Kelly Clarkson ou "Family Portrait" da Pink. Fico arrasada. Nunca percebi porque fico assim, visto que nunca assisti a nenhuma discussão em casa com os meus pais.

Hoje resolvi fazer uma introspecção ao que me aconteceu durante a minha vida para me traumatizar tanto. Descobri que tudo começou nos primeiros dias de aulas da 1.ª Classe.

Eu sempre fui muito distraída, parecia muito desligada de tudo à minha volta, por causa disso era vista pelos meus "coleguinhas" de turma como sendo diferente, ou seja, uma óptima "bobo da corte". Eles perdiam o tempo das aulas a gozar comigo, a mandar borrachas à minha cabeça, etc, etc, ... E quando eu reagia reclamando, a professora batia-me a mim porque estava a "destabilizar" a aula.

A primeira vez que me bateu, deu-me com a régua da madeira no rabo. Aquela porcaria doeu tanto que eu chorei à frente da aula toda. Todos se riram de mim. Então JUREI A MIM PRÓPRIA QUE NUNCA MAIS IRIA CHORAR NA AULA. Desde então até ao fim das aulas da primária, sempre que levava porrada, não chorava. A maior parte das vezes, eu arcava com as culpas sem ter feito nada. Até que um dia fartei-me, arrumei tudo na mochila e saí porta fora. Tiveram de me ir buscar a casa.

Tudo isto fez com que eu me fechasse no meu mundo e me abstraísse ainda mais na escola. Devido à minha distracção, eu levava mais tempo que os outros a passar para o caderno o que era escrito no quadro. Como castigo, só tinha permissão de ir ao intervalo depois de ter passado tudo. Posso dizer com grande mágoa que em quatro anos de escola, foram tão RARAS as vezes que saí para tomar o pequeno-almoço no recreio que nem me lembro de nenhuma. Depois fui-me habituando à ideia que o intervalo não era para mim. A Prof. só me deixava sair para ir buscar o comer à minha mãe à porta da escola.
O que nunca consegui ultrapassar foi o olhar de desgosto da minha mãe que tentava entender porque eu era assim.
Em vez de tentarem entender e ajudarem-me a entender porque sou assim, como era uma pessoa diferente das outras, julgaram-me como sendo anormal. Hoje acho que chorei tudo que não chorei nesses anos todos. E essa poderá ser uma das razões da minha depressão. Chorei principalmente abraçada ao pequenino filhote.

Aqui vão três conselhos para quem é pai ou mãe.

  • Antes de baterem ou ralharem com a vossa criança, tentem entendê-la e conversem com ela. Ajudem-na. Se não conseguirem, peçam ajuda médica. Há médicos para tudo. Deve haver algum que entenda as crianças.
  • Não transportem para os vossos filhos os sonhos que não puderam concretizar. Eles terão um futuro que lhes está reservado e não o vosso. Apenas podem e devem aconselhar o melhor para eles, mas decisão deve ser deles.
  • E sobretudo, dêem-lhes muito carinho, afecto e amor. Isso vai se reflectir nos filhos deles. O tempo passa rápido demais e quando olharmos para trás é bom saber que não perdemos a oportunidade de passar a mão da cabeça deles, de lhes dar um afago ou até aconchegá-los na cama.

sexta-feira, março 31, 2006

A Tigela de Madeira


Bom, meus amigos, quando me lembrei em postar hoje, pensei em deixar um desabafo acerca do espaço de tempo que tenho estado em casa sem emprego. Mas, iria parecer lamechas e sem interesse para quem lê este blog.
Portanto, decidi postar uma história com moral. Às vezes, precisamos de conhecer outras vivências para nos servir de exemplo. Pode ser que assim ajude alguém a ver uma luz que precise vislumbrar ao fundo dum tunel. Aqui vai! A história (talvez verdadeira) chama-se "A Tigela de Madeira".

Um senhor de idade foi morar com o seu filho, a nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho estavam trémulas, a sua visão embaçada e os seus passos vacilantes.

A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trémulas e a visão fraca do avô, atrapalhavam-no na hora de comer. Ervilhas rolavam da sua colher e caíam no chão. Quando pegava no copo, o leite era derramado na toalha da mesa.

O filho e a nora irritaram-se com a confusão. "Precisamos tomar providências a respeito ao papá", disse o filho.
"Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de pessoas a comer com a boca aberta e comida pelo chão."

Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha.

Ali, o avô comia sozinho, enquanto que o resto da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.

Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes, ele tinha lágrimas nos seus olhos.

Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas, quando ele deixava um talher ou comida caírem ao chão. O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.

Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança: "O que estás a fazer?"

O menino respondeu docemente:
"Oh, estou a fazer uma tigela para ti e para a mamã comerem, quando eu crescer." O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.

Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais, que eles ficaram mudos.

Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.


Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai deu as mãos ao avô e gentilmente conduziu-o à mesa da família.

Dali para frente e até o final dos seus dias, ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, o leite era derramado ou a toalha da mesa se sujava.
De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor.

Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida, e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.

Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá sempre a falta deles quando partirem.

Aprendi que, "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver".
Aprendi que, a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que, viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que, se você procurar a felicidade, vai se iludir.

Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.

Aprendi que, sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que, quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
Aprendi que, diariamente, preciso alcançar e tocar alguém.

As pessoas gostam de um toque humano - segurar na mão, receber um abraço afectuoso, ou simplesmente uma palmadinha amigável nas costas.

Aprendi que ainda tenho muito que aprender.

Jinhos

Su

terça-feira, março 28, 2006

Eu sou assim!




Olá meus amigos!

Finalmente resolvi criar um blog meu para deixar na posteridade os meus pensamentos mais profundos e para saber o que vai na mente dos meus amigos que aqui vão passando.

Espero que este blog seja um diálogo e não um monólogo. Claro que, para isso, conto com os vossos comentários!

Beijinhos desta vossa querida amiga!
Su